Capital Capixaba Simbolicamente em Anchieta: Homenagem a São José de Anchieta
Foto: Rodrigo Zaca/Governo-ESO Governo do Estado do Espírito Santo realizou, na manhã desta terça-feira (9), um ato simbólico de transferência da sede do Poder Executivo Estadual para o município de Anchieta. A iniciativa marca as celebrações do Dia Nacional de São José de Anchieta, reconhecido como o Apóstolo do Brasil.
A cerimônia, conduzida pelo governador em exercício, Ricardo Ferraço, teve como objetivo reforçar a relevância histórica, cultural e religiosa do município na formação da identidade capixaba. O evento contou com a presença de diversas autoridades civis e religiosas.
Entre os presentes estavam:
Dom Ângelo Mezzari, arcebispo metropolitano de Vitória
Dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
Léo Português, prefeito de Anchieta
Fabrício Noronha, secretário de Estado da Cultura
A ação atende a um decreto estadual que visa valorizar a importância de Anchieta e da região sul do Espírito Santo. Após a assinatura do ato de transferência simbólica, as autoridades participaram de uma visita guiada ao Palácio Anchieta, em Vitória. Este edifício, que leva o nome do santo jesuíta, foi palco de parte significativa de sua missão evangelizadora, estendendo-se por aproximadamente 12 anos.
Durante o evento, Ricardo Ferraço enfatizou a profunda ligação histórica entre São José de Anchieta e o município que hoje carrega seu nome. Ele destacou que Anchieta foi um dos locais escolhidos pelo missionário para disseminar o cristianismo no Brasil, sendo também o local onde viveu seus últimos anos e faleceu. O legado do santo é preservado no Santuário Nacional de São José de Anchieta, e um roteiro de turismo religioso conecta o Palácio Anchieta ao Santuário, fortalecendo o Circuito Jesuítico e a valorização da história estadual.
A transferência simbólica da Capital também tem o propósito de resgatar a memória da antiga aldeia de Reritiba, hoje município de Anchieta. Foi ali que São José de Anchieta passou seus últimos dias e faleceu em 1597. A homenagem reconhece a contribuição do religioso para a formação cultural, histórica e espiritual do Espírito Santo e do Brasil, além de impulsionar ações voltadas à preservação do patrimônio histórico e ao fomento do turismo religioso no estado.



